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28 de agosto de 2019 Ultima atualização: 24 de setembro de 2019

Entenda a Crise da Argentina e veja qual foi o impacto sobre as carteiras inteligentes da Vérios

Com uma revisão da história recente da Argentina, explicamos o que aconteceu em agosto e como isso impactou os investimentos de milhares de brasileiros.

28 de agosto de 2019

No último dia 12 de agosto, o mundo todo assistiu a bolsa de valores Argentina despencar abruptamente. O movimento causou perdas a diversos fundos de investimento brasileiros, e até nas carteiras de alguns “robôs” de investimento que usam fundos. Entenda o que causou esse prejuízo e qual foi o impacto sobre as carteiras inteligentes.

Argentina: uma crise que não é novidade

A crise econômica no país dos hermanos já dura aproximadamente 30 anos. Sua origem remonta à década de 1990, quando se iniciou o histórico déficit fiscal na Argentina – ou seja, os gastos do governo passaram a ser maiores que a arrecadação.

Desde então, a situação vem passando por ciclos de melhora e piora, sem nunca realmente se resolver. Nos últimos anos, a crise se acentuou, manifestando-se na forma de uma forte desvalorização da moeda (o peso argentino) e uma alta taxa de inflação, levando o país a pedir ajuda do FMI, o Fundo Monetário Internacional.

A nossa explicação do contexto político-econômico cobre os últimos 16 anos da história recente argentina e ficou um pouco longa. Se quiser pular direto para os acontecimentos de agosto de 2019, vá para o item “O que significa o resultado das eleições primárias“.

Para quem gosta de vídeo, também batemos um papo sobre esse último episódio da Crise Argentina no programa Aprendo Logo Invisto, disponível no YouTube:

Doze anos de kirchnerismo

Um dos ciclos de recuperação econômica aconteceu durante o governo de Néstor Kirchner (2003-2007). Em 2001, o país havia anunciado a moratória: um calote em sua dívida pública, que era de cerca de US$ 100 bilhões. 

Ao ser eleito em 2003, Néstor Kirchner manteve as restrições econômicas adotadas por Eduardo Duhalde para recuperar o país da recessão provocada por essa inadimplência junto aos seus credores.

No período do governo de Néstor, o PIB argentino cresceu uma média de 8% ao ano e a taxa de desemprego caiu pela metade. O investimento do governo na economia triplicou de 1,2% para 3,7% do PIB. Os níveis de pobreza foram reduzidos. O governo argentino conseguiu renegociar e reduzir substancialmente sua dívida pública. A inflação, no entanto, seguia alta.

Conforme seu mandato caminhava para o final, Néstor passou a apoiar a candidatura de sua esposa, Cristina Kirchner, que foi eleita em 2007. 

Uma das principais marcas do governo Kirchner na Argentina foi a criação de diversos programas sociais. No campo econômico, o governo perseguiu o desenvolvimentismo industrial e mostrou-se oposto às políticas neoliberais, interferindo artificialmente no câmbio, nos preços, e no volume de exportações, entre outras intervenções econômicas.

Apesar disso, a Argentina é um país exportador de commodities agrícolas e surfou, durante o governo Kirchner, uma onda de aumento de demanda e valorização dos preços dessas commodities no mundo, o que trouxe um alívio à economia do país e um aumento da arrecadação.

Com mais dinheiro entrando, Cristina conseguiu financiar importantes avanços no campo social. Criou em 2009 um auxílio semelhante ao Bolsa Família, para que as famílias pobres mantivessem suas crianças na escola; criou subsídios às tarifas de serviços públicos como o transporte e gás; legalizou o casamento entre pessoas do mesmo gênero em 2010 e reconheceu os direitos ao aborto, à eutanásia e à identidade de pessoas transgêneros em 2012.

Esses avanços sociais, combinados com uma percepção de melhora da economia; contribuíram para sua grande popularidade, levando Cristina a ser reeleita em primeiro turno em 2011, com 54% dos votos. 

Contudo, após a morte do marido (em 2010), Cristina começa a mostrar um modo de governar mais confrontativo e autoritário. A partir do segundo mandato, seu governo começa a desandar.

Como parte de seus esforços de reestatização de empresas públicas, o governo expropriou em 2012 a empresa petrolífera YPF, expulsando os controladores estrangeiros sem qualquer tipo de compensação financeira, o que reduziu a confiança do mercado internacional no país. A desconfiança de organismos internacionais em relação aos dados oficiais divulgados também passou a prejudicar a imagem do país no exterior. 

Acusações de corrupção envolvendo o vice-presidente e uma empresa da família Kirchner ajudaram a colocar a credibilidade de Cristina em cheque. As intervenções econômicas começaram a perder efeito e economia enfraqueceu, levando à declaração da moratória em 2013. O país está novamente em apuros financeiros.

Enfrentando oposição de diversos setores da sociedade; desde a imprensa até o setor rural, passando pela Igreja Católica, Kirchner chega ao fim de seu segundo mandato e não consegue eleger um sucessor.

Era Macri: retomada do ajuste fiscal

Em 2015, o presidente Mauricio Macri assumiu o governo e, desde então, tem aplicado um plano de ajuste fiscal baseado nos cortes de gastos como uma tentativa de reduzir a dívida pública e alcançar um superávit primário.

As palavras parecem complicadas, mas são conceitos simples. Ajuste fiscal significa apenas acertar as contas do Governo, para que o gasto seja inferior à arrecadação. A consequência será o superávit primário, que significa fazer sobrar dinheiro. 

Sob o comando de Macri, o governo argentino vinha equilibrando as contas por meio (i) do corte de subsídios, como o auxílio na energia elétrica, gás e transporte público; (ii) da criação de imposto direto sobre exportações e (iii) do corte de verbas ministeriais.

O objetivo de Macri com essas medidas era reduzir a participação do Estado na economia, de forma a reduzir os gastos do governo e o déficit fiscal. Com esse dinheiro economizado, o governo pretendia pagar a dívida pública argentina, freando o crescimento dessa dívida ano após ano.

Todas essas medidas de austeridade fiscal são vistas com bons olhos pelo mercado, mas são impopulares. Diversos programas sociais foram cortados ou reduzidos. De forma geral, quando o governo corta gastos e investimentos, ocorre um enxugamento da riqueza em circulação no país, aumentando a insatisfação da população com o governo. 

O que significa o resultado das eleições primárias

No dia 11/08/2019, ocorreram na Argentina as eleições primárias, conhecidas como PASO: Primárias, Abertas, Simultâneas e Obrigatórias. Elas são uma espécie de “prévia” e servem para definir os partidos e candidatos habilitados a participar das eleições gerais, que acontecerão no dia 27 de outubro.

Os dois principais candidatos à presidência argentina são Macri, disputando a reeleição, e o candidato de esquerda Alberto Férnandez, que tem a ex-presidente Cristina Kirchner como vice na sua chapa.

Fernández é visto com ressalvas pelo mercado financeiro por admitir a possibilidade de renegociar dívidas externas da Argentina, enquanto Macri sempre se mostra disposto a acertar as contas com os credores estrangeiros.

Fernández também prometeu um aumento na pensão paga aos aposentados, dizendo que o dinheiro viria de uma redução dos juros que remuneram os títulos públicos do país. A promessa reacendeu preocupações relacionadas ao histórico de calotes da dívida argentina.

Além disso, a presença de Cristina Kirchner como vice na chapa de Fernández preocupa o mercado devido ao seu histórico de políticas de maior intervenção estatal na economia.

As pesquisas de opinião apontavam uma vantagem pequena para Alberto Fernández, quase um empate. Mas o resultado das eleições primárias contou uma história diferente. O mercado foi surpreendido com um resultado extremamente negativo para Macri, que apareceu atrás de Fernández com uma distância de 15 pontos percentuais.

Foi esse susto que fez o nível de tensão no país disparar e derrubou os mercados.

Quando os mercados abriram na segunda-feira (12/08), quem tinha qualquer posição comprada em Argentina perdeu dinheiro.

O índice Merval, que representa as principais ações negociadas na Bolsa de Buenos Aires, perdeu 38% de valor em um dia. A moeda local desvalorizou quase 15% frente o dólar e os títulos da dívida argentina perderam entre 20% e 30% de seu valor – tudo no mesmo dia. Além do próprio Banco Central argentino promover um choque de juros, aumentando a taxa em mais de 10 pontos percentuais.

Gráfico: Histórico do Índice Merval, da Bolsa de Valores Argentina, desde o final de 2016
Histórico do Índice Merval, da Bolsa de Valores Argentina, desde o final de 2016

Fundos de investimento brasileiros amargaram perdas

Muitos fundos de investimento brasileiros possuíam posições compradas em Argentina. É o caso, por exemplo do Exploritas, um gestora especializada em investimentos na América Latina, principalmente em títulos públicos e de crédito privados. No próprio dia 12, a gestora tomou uma iniciativa muito louvável em termos de transparência e incomum no mercado financeiro: publicou uma carta aos seus investidores, explicando os acontecimentos.

Na carta, fica claro que a alocação em ativos argentinos não foi feita de forma irresponsável. Pelo contrário. Em contato por e-mail com a equipe Vérios, um dos sócios da gestora Exploritas confirmou os termos da carta e explicou que seu time dedicou muito tempo e recursos ao estudo da posição:

“Ao longo dos últimos 9-12 meses, fizemos um trabalho detalhado sobre política, economia e valuation dos ativos argentinos. Somente esse ano, passamos mais de 50 dias no país, distribuídos entre nossos analistas e gestores, conversando com empresas, políticos e economistas da região. A equipe, experiente, conta com sócios que fazem América Latina desde 2005. Nós tínhamos uma visão clara que o case era assimétrico porém não achávamos que deveria ser um evento binário, por se tratar de uma grande pesquisa eleitoral porém sem validade. Infelizmente o desfecho das PASO foi o pior possível e o mercado passou a considerar nos preços dos ativos a vitória da oposição. A equipe discute diariamente a melhor estratégia a fim de maximizar retorno e mitigar os riscos futuros para o nosso cotista.”

Nesse caso, o time que faz a gestão do Exploritas fez uma extensa pesquisa e assumiu um risco conhecido. Um risco direcional. É como se fosse uma aposta calculada: o fundo se posicionou apostando em um resultado, que considerou provável, mas o resultado foi diferente do esperado.

E não há nada de errado nisso. É esse mesmo o trabalho dos gestores que praticam a chamada gestão ativa. Eles precisam assumir riscos direcionais, para tentar gerar mais ganhos para os seus clientes. Quando acertam, geram ganhos maiores que média do mercado. Quando erram, geram perdas maiores que a média do mercado.

Acertar e errar fazem parte do jogo. A pergunta que eu deixo é: você quer colocar o seu dinheiro para participar desse jogo de apostas?

Acertar e errar fazem parte do jogo. A pergunta é: você quer colocar o seu dinheiro nesse jogo de apostas?

Gestão ativa versus gestão passiva

O problema da gestão ativa é que o estudo e o trabalho necessários para fazer essas apostas custam muito caro e, por isso, as gestoras que praticam a gestão ativa costumam cobrar taxas mais altas que as gestoras que praticam a chamada gestão passiva.

Enviar uma equipe para passar 50 dias na Argentina custa caro, e essas despesas são custeadas com as taxas dos fundos de investimento. De um jeito ou de outro, é o dinheiro dos clientes.

E, ao contrário do lucro incerto que pode ser gerado pelas apostas, o custo é uma certeza. Errando ou acertando, as taxas estão lá. 

Pode ser que haja lucro, mas o custo é uma certeza. Errando ou acertando, as taxas estão lá. 

No mundo, muitos estudos vêm mostrando que pouquíssimos gestores com estratégia ativa conseguem superar por longos prazos a rentabilidade do índice de mercado, que é facilmente obtida usando um produto de gestão passiva como os ETFs

É por isso que são raríssimos os fundos de gestão ativa que duram mais que 5 a 10 anos de existência. A consistência de retorno ao longo do tempo é o grande desafio da gestão ativa. A chance de um fundo apresentar retornos consistentes no longo prazo são comprovadamente baixas e os gestores que conseguem são exceções que confirmam a regra.

Além disso, a gestão ativa trás riscos que não se pode mensurar. No caso do fundo que vimos acima, a volatilidade histórica do fundo era em torno de 5% a 10% ao ano, com poucos picos entre 15% e 20%. Com a crise recente da Argentina, o prejuízo do fundo levou a volatilidade a 30%. 

Como poderia o investidor antecipar esse risco? Não poderia. Na gestão ativa, você compra o acesso à cabeça do gestor. Não há estatística que possa prever as possibilidades. 

Vale notar que, no longo prazo, o fundo ainda conta com um resultado excelente. Porém, a vasta maioria dos clientes e do volume de dinheiro investido não estava lá na época em que essa rentabilidade aconteceu. 

No começo de agosto, o fundo possuía mais de R$ 1,6 bilhão sob gestão. Grande parte disso alocado por outros fundos, family offices, e gestoras digitais. Gente que sabe o que faz. O histórico do fundo mostra que mais de 80% desse dinheiro, mais de R$ 1,3 bilhão, só entraram no fundo em 2019. R$ 800 milhões, ou seja, mais da metade do dinheiro total, só entraram nos últimos três meses.

Um bom motivo para isso podem ter sido os prêmios e rankings. O fundo foi premiado como “Fundo Cinco Estrelas” no ranking EXAME Onde Investir 2018, recebeu classificação Cinco Estrelas da Morningstar e foi listado entre os Melhores Fundos Multimercados do Semestre no Ranking Folha de 31 de Julho de 2017.

Escolher fundos pelo ranking do ano passado é um dos Seis comportamentos financeiros que você deveria abandonar, como já escrevi em fevereiro de 2015.

Para esses clientes, que entraram no fundo depois da publicação dos rankings e prêmios, a perda acumulada ainda é grande e só lhes resta torcer para que a Argentina vire o jogo, ou que de alguma outra forma o fundo se recupere. Esse é o jogo da gestão ativa.

Na gestão passiva, as coisas são diferentes. Você conta com o histórico de comportamento dos ativos e dos índices que eles representam. Esses índices são conhecidos como “beta” e uma forte análise matemática permite avaliar suas correlações históricas e medir o risco de forma calculada. 

Na gestão passiva, os riscos são mais claros e controláveis.

Riscos sempre existem, claro. Essa é uma das únicas certezas do mercado. Mas na gestão passiva os riscos são mais claros e controláveis. Especialmente quando você combina diferentes classes de ativos, de forma inteligentemente calculada.

O impacto nas carteiras inteligentes da Vérios

Como você pode imaginar, a Vérios não põe o seu dinheiro no jogo da gestão ativa. A nossa metodologia de investimento é baseada no uso de produtos de gestão passiva, de baixo custo, com ativos super líquidos e transparentes. Fundos de investimento não passam nesse crivo. 

A alocação é calculada usando quase 20 anos de dados diários, capturando assim a correlação histórica desses ativos e chegando a um portfólio ideal e otimizado. O benefício ao cliente é o acesso a uma diversificação efetiva e calculada, com a melhor relação entre risco e retorno esperado.

Existe a chance de um imprevisto balançar as carteiras? Claro que sim, sempre existe. Já aconteceu no Joesley Day em 2017, mas não foi um impacto grande e a recuperação foi rápida. Para um impacto expressivo, precisaria ser algo extremamente improvável, uma crise de proporções globais. Até mesmo contra os deslizes do Brasil a carteira tem proteção, devido à nossa posição em dólar, embutida no ETF de bolsa americana.

Especificamente para a crise da Argentina o dia 12 de agosto de 2019, o impacto sobre as carteiras inteligentes foi quase inexistente. Não houve impacto direto, uma vez que as carteiras não possuem qualquer tipo de exposição ao mercado argentino. 

Veja o comportamento das classes de ativos “mais arriscados” da carteira inteligente, comparado com a Bolsa Argentina:

Gráfico: comportamento da bolsa argentina versus classes de ativos brasileiras - Agosto/2019

Apesar de não estarmos expostos diretamente, os hermanos deram um susto no mercado financeiro como um todo e isso acabou esvaziando um pouco a Bolsa Brasileira também. 

Houve, portanto, um leve impacto indireto: a parcela exposta a Bolsa Brasileira vem perdendo um pouco de valor em agosto, especialmente pelo contágio que uma desaceleração na economia argentina pode causar para as exportações das empresas brasileiras. 

Porém, a nossa posição em Bolsa Americana + Dólar vem se valorizando, ajudando a minimizar as perdas. É nesses momentos que o benefício da diversificação fica evidente. No mês, as carteiras continuam apresentando ganhos.

Mais uma vez, a diversificação bem feita mostra o seu valor, protegendo os Amigos do Ueslei. 

Quando usamos ativos que possuem comportamentos diferentes ao longo do tempo, e definimos o tamanho de cada posição por um cálculo bem embasado, a diversificação traz a paz de espírito para o investidor. Os clientes da Vérios sabem que sempre possuem parte de sua carteira protegida e, em momento de crise, sua perda será limitada.

Não estamos aqui para fazer apostas com seu dinheiro, nem para prometer ganhos gigantes baseados em possíveis acertos. Nossa metodologia é focada em eficiência, acúmulo de capital mediante aportes periódicos, ajudando você a construir seu patrimônio ao longo do tempo, com tranquilidade e disciplina. Sem sustos. 

 

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Fontes e referências

[Insper – 2013] Programa de Mestrado Profissional em Economia – Daniel Kendi Kanai – Uma Análise de Performance da Gestão Ativa em Fundos de Ações
[Vérios – 02/2015] Seis comportamentos financeiros que você deveria abandonar
[Vérios – 03/2015] ETF: o que é e como funciona? Vale a pena investir?
[Vérios – 05/2015] Gestão ativa ou gestão passiva: qual a melhor?
[Estadão – 10/2015] O kirchnerismo na Argentina
[G1 – 12/2015] ‘Era K’ acaba após 12 anos; veja o legado dos Kirchner na Argentina
[Vérios – 07/2016] Como a Vérios protege seu patrimônio durante crises financeiras
[Vérios – 06/2017] Como as carteiras da Vérios se recuperaram após a delação da JBS
[Politize – 03/2019] Crise na Argentina: o que está acontecendo com a economia do país?
[BBC News Brasil – 08/2019] Como crise e volta da esquerda na Argentina afetariam o Brasil
[Exploritas – 08/2019] Carta aos Investidores, 12 de Agosto de 2019
[Valor Investe – 08/2019] Fundos brasileiros registram perdas com Argentina
[InfoMoney – 08/2019] Argentina: fundos de investimento amargam perdas com a exposição ao país

 

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Ultima atualização: 24 de setembro de 2019

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Autores

CEO da Vérios, a fintech que te ajuda a fazer investimentos inteligentes, de forma fácil, rentável e segura. Pode confiar. Felipe conta com mais de 10 anos de atuação no mercado financeiro, e em 2011 cofundou o site Comparação de Fundos, primeiro a dar transparência a mais de 15 mil fundos de investimento. É advogado pela USP e pós-graduado em Finanças Corporativas e Investment Banking pela FIA.

Pedro é gestor de recursos credenciado pela CVM e responsável pela engenharia financeira das carteiras inteligentes na Vérios. Trabalha há anos no mercado financeiro, tendo atuado por alguns anos em uma das maiores gestoras de recursos do Brasil. É também editor no Terraço Econômico, maior portal independe de economia do país, formado em Economia pela Unicamp e com passagem na Universidade do Porto, em Portugal.

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